11 de nov de 2011

O Conselho Regional de Psicologia da 9ª Região de Goiás/Tocantins apóia o projeto de Lei 7672/2010 e as ações da Rede Não Bata Eduque

 

Caros amigos e parceiros,

Compartilho com vocês uma excelente notícia.

O Conselho Regional de Psicologia da 9ª Região de Goiás/Tocantins encaminhou uma carta de apoio ao projeto de Lei 7672/2010 e as ações da Rede Não Bata Eduque, o apoio oficial foi discutido e aprovado por unanimidade na assembleia da Planária de Conselheiros, no último dia 4 de novembro.

Com o títuto de "Por uma educação familiar livre de práticas violentas" a carta repleta de informações e estatísticas científicas, aponta os efeito negativos causados pelos uso dos castigos corporais contra crianças e adolescentes, como por exemplo, o trecho:

".. a prática de bater para educar não é benéfica, nem tão pouco inofensiva como ainda insistem em afirmar alguns poucos psicólogos em nosso país. Ao contrário, os dados da morbimortalidade do Sistema Único de Saúde indicam os riscos de sequelas físicas ou de morte decorrente do uso de violências físicas no cuidado e na educação de crianças e adolescentes. Pesquisas nacionais e internacionais de renomado valor científico apontam os riscos e as disfunções que a prática de educar os filhos por meio da violência física desencadeia no desenvolvimento e na saúde de crianças e adolescentes".

E é finalizada com uma frase que sintetiza o objetivo das ações da RNBE: "o Conselho Regional de Psicologia 9ª Goiás/Tocantins se une ao movimento da sociedade civil que visa assegurar a toda criança e adolescente o direito de crescerem e se desenvolverem livres de práticas punitivas e disciplinares que causam dor, sofrimento e humilhação".  O inteiro teor da carta pode ser acessado AQUI.

Juntos construiremos um mundo melhor para as crianças e adolescentes.

Abraços,
Marcia Oliveira

Abaixo os psicólogos que integram o CRP 09

VII plenário

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Participe! Adoraria ver publicado seu comentário, sua opinião, sua crítica. No entanto, para que o comentário seja postado é necessário a correta identificação do autor, com nome completo e endereço eletrônico confiável. O debate sempre será livre quando houver responsabilização pela autoria do texto (Cida Alves)