31 de ago de 2011

Audiência debate projeto que proíbe castigos físicos e psicológicos na educação de crianças e adolescentes

Composição da Mesa de Abertura

Foto: Beto Oliveira

No dia 30 de agosto (terça-feira ) a Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente promoveu audiência pública para debater a proposta do Projeto de Lei 7672/2010 com representantes do governo e de entidades ligadas a essa questão.

O objetivo central dessa audiência foi esclarecer os equívocos que surgiram em torno do projeto 7672/2010, como por exemplo: a idéia de que a lei, se aprovada, pode levar para a cadeia um pai que aplique no filho um castigo leve.

Foto: Márcia Oliveira

Na cerimônia de abertura Ana Paula Rodrigues - Fundação Xuxa Meneghel apresentou um breve histórico sobre o Projeto de Lei 7672/2010 e as ações desenvolvidas pela Rede Não Bata Eduque.

Para realizar os esclarecimentos referentes ao projeto a Frente convidou os especialistas Paulo Sérgio Pinheiro - Comissão de Direitos Humanos da OEA, Lúcia Cavalcante de Albuquerque Williams – coordenadora do Laboratório de Prevenção de Violências do Departamento de Psicologia da Universidade São Carlos e Wanderlino Nogueira Neto - Defence for Children International.

Carmem de Oliveira – representando a ministra Maria do Rosário contribui com os esclarecimentos e informou sobre as ações do governo que visam à proteção de crianças e adolescente, bem com a orientação das famílias.

Dayane da Silva Santos - Fundação Xuxa Meneguel, apresentou as propostas das crianças e adolescentes que participaram do I Simpósio Nacional dos Direitos de Crianças e Adolescentes – pela erradicação dos castigos físicos e humilhantes (Rio de Janeiro/2009). Nessas propostas as crianças e adolescentes defenderam o diálogo e o carinho como instrumento chave da educação familiar.

Foto: Márcia Oliveira

Após os pronunciamentos das deputadas Tereza Surita (PMDB-RR) e Erika Kokay (PT-DF) foi aberto o debate para os demais parlamentares. A deputada Sandra Maria Da Escóssia Rosado (PSB/RN), relatora do primeiro projeto de lei que versava sobre a proibição dos castigos físicos e humilhantes, abriu os debates da manhã. Os deputados Carlos Mota (PSB/MG), Osmar Terra (PMDB/RS), professora Dorinha (DEM/TO), Lilian Sá (PR/RJ), Gastão Vieria (PMDB/MA), Nazareno Fonteles (PT/PI), Luiz Couto (PT/PB) e Alessandro Molon (PT/RJ) também contribuíram com o debate e os esclarecimentos.

Integrantes da coordenação da Rede Não Bata Eduque e parlamentares
da Frente Parlamentar
de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente

Foto: site da deputada Tereza Surita

No mesmo dia, na votação das 14:30h, a Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente elegeu os deputados que coordenarão os trabalhos da comissão especial que vai analisar o projeto que proíbe castigos físicos e psicológicos a crianças e adolescentes.

Foto: Márcia Oliveira

Deputadas e deputado eleitos pela Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente :

Presidente: Erika Kokay (PT/DF)
1ª Vice-presidência: Liliam Sá (PR/RJ)
2º Vice-presidência: Eduardo Barbosa (PSDB/MG)
3º Vice-presidência: Dorinha Seabra Rezende (DEM/TO)
Relatoria: Teresa Surita (PMDB/RR)


Veja abaixo a reportagem da TV Câmara

Link


29 de ago de 2011

30 de agosto: Audiência Pública: “Direito a educação sem uso de Castigos Corporais – PL 7672/2010”



Rede Não Bata Eduque

Convidados todos vocês para participar da Audiência Pública: “Direito a educação sem uso de Castigos Corporais – PL 7672/2010” que será realizada no dia 30 de agosto de 2011 (terça-feira), no Plenário 8, Anexo II da Câmara dos Deputados, às 9 horas.

A audiência será transmitida ao vivo pelo portal www.edemocracia.gov.br

28 de ago de 2011

Hoje a ardência e o rubor da Banda Beirut








En eso domingo,
porque estoy enamorada
de la banda Beirut,
te dejo el ardor de las
canciones de Zach Condon
.



A Banda Beirut, fortemente influenciada pela música tradicional mexicana e pelas músicas ciganas ( Leste Europeu e Bálcãs), cria um ritmo supreendentemente sensual.








"O álbum Gaulag Orkestar (2006) vem repleto das influências ciganas que Condon adquiriu em sua viagem pelos países do leste europeu. Sanfonas, bandolins, violinos e diversos outros instrumentos acústicos vêm para criar a sonoridade climática do álbum. Uma aura festiva se instala da primeira à última faixa do disco guiando o ouvinte em meio a uma sonoridade épica e regional ao mesmo tempo".











"O March of the Zapotec (2009) vai além dos ritmos ciganos, incorporando elementos da música mexicana – O músico conta como banda de apoio um grupo de funeral mexicano – abrindo inclusive espaço para o músico brincar com a sonoridade eletrônica".












Un poquito más del picante condimento de la Banda Beirut




"Em agosto de 2011 Zach Condon ( nascido em Santa Fé – Novo México) deve lançar um novo disco, e como ele mesmo já anunciou em algumas entrevistas pretende agregar novos ritmos à sonoridade do Beirut, entre eles a música brasileira e dos demais países latinos "(fonte: Miojo Indie).







26 de ago de 2011

Repercussão da capacitação em atendimento às pessoas em situação de violência - Canarana (MT)


Mensagem de Josiane Oliveira*


“Sua passagem por Canarana está super comentada, todos acessando o blog Educar Sem Violência e dizendo que agora novas atitudes serão tomadas !!! Na verdade, quero agradecer mais uma vez sua vinda, realmente a repercussão está ótima! Todos que estiveram presentes tecem ótimos comentários, só elogios!"



Os profissionais presentes na capacitação de Canarana (MT) demonstraram forte compromisso com a proteção e o cuidado de pessoas que vivem situações de violência




Temas trabalhados nos dois dias de capacitação em Canarana – Mato Grosso

Violência Sexual

  • Sinais de Alerta
  • Consequências psicológicas referentes:
1) Dificuldades de adaptação afetiva;
2) Dificuldades na Adaptação Interpessoal;
3) Dificuldades de Adaptação Sexual.
  • Sintomas do estresse pós-traumático
1) Excitabilidade exagerada;
2) Pensamento intrusivo;
3) Constrição ou dissociação.

Violência Física

  • Vulnerabilidades e riscos do uso de violências físicas na educação e no cuidado de crianças e adolescentes
  • Consequências negativas na saúde física e mental da prática de bater para educar
  • Uma proposta educativa que promova a autonomia e a ética.


Amig@s de Canarana,
Não esquecerei a atenção e o carinho recebido por parte de todos vocês.Guardarei na lembrança o compromisso e a dedicação dos profissionais que integram os serviços públicos da cidade de Canarana, bem como a bela imagem das ruas largas com seus canteiros centrais repletos de cajueiros floridos e enfeitados de visosos frutos amarelos e vermelhos. Um abraço especial a querida e batalhadora Josiane Oliveira.


*Josiane Oliviera
é psicóloga do Núcleo de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde da SMS de Canarana MT e organizadora da capacitação em atendimento às pessoas em situação de violência - Canarana (MT).

25 de ago de 2011

30 de agosto: Audiência Pública: “Direito a educação sem uso de Castigos Corporais – PL 7672/2010”


Rede Não Bata Eduque

Convidados todos vocês para participar da Audiência Pública: “Direito a educação sem uso de Castigos Corporais – PL 7672/2010” que será realizada no dia 30 de agosto de 2011 (terça-feira), no Plenário 8, Anexo II da Câmara dos Deputados, às 9 horas.

A audiência será transmitida ao vivo pelo portal www.edemocracia.gov.br

23 de ago de 2011

24 de agosto: dia do artista e da infância

A arte criar encontros improváveis e belos.

Na fotografia Stephen Wilkes uniu a noite ao dia.






Na poesia
Mário Quintana uniu a infância à velhice.


Poema da gare de Astapovo

O velho Leon Tolstoi fugiu de casa aos oitenta anos
E foi morrer na gare de Astapovo!
Com certeza sentou-se a um velho banco,
Um desses velhos bancos lustrosos pelo uso
Que existem em todas as estaçõezinhas pobres do mundo
Contra uma parede nua...
Sentou-se ...e sorriu amargamente
Pensando que
Em toda a sua vida
Apenas restava de seu a Gloria,
Esse irrisório chocalho cheio de guizos e fitinhas
Coloridas
Nas mãos esclerosadas de um caduco!
E então a Morte,
Ao vê-lo tão sozinho aquela hora
Na estação deserta,
Julgou que ele estivesse ali a sua espera,
Quando apenas sentara para descansar um pouco!
A morte chegou na sua antiga locomotiva
(Ela sempre chega pontualmente na hora incerta...)
Mas talvez não pensou em nada disso, o grande Velho,
E quem sabe se até não morreu feliz: ele fugiu...
Ele fugiu de casa...
Ele fugiu de casa aos oitenta anos de idade...
Não são todos que realizam os velhos sonhos da infância!

Mário Quintana

Pós-Graduação Lato Sensu em Terapia de Casais e Famílias CAEP/PUC-GO


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Confira as informações no Flyer em Anexo.

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Fones: 3432-0492 / 3241-3503
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poscaep@gmail.com

22 de ago de 2011

Líbia: tomada da capital Trípoli

Líbios comemoram a tomada da capital Trípoli


Veja mais:

Capital da Líbia é palco de conflitos entre rebeldes e tropas leais a Kadhafi

Otan ataca fortaleza de Gaddafi, e rebeldes enviam mais reforços por mar

Aviões da Otan bombardeiam fortaleza de Kadhafi na Líbia, diz TV


Veja mais fotos das comemorações na Líbia

Projeto Inter-vir: suporte para situações de perdas

O projeto Inter-vir convida para dois eventos:


"Conversando com a equipe do Inter-vir sobre as famílias, suas perdas e a arte de aprender a conviver com elas" - dia 24 de agosto de 2011;





Mini-curso "Comportamento suicida: compreendendo a pessoa e seu ato para melhor intervir” - dias 09 e 10 de setembro de 2011.



Maiores informações em anexo ou pelo telefone (62) 30952799. Você pode ainda visitar o site www.interviremperdas.com.br e conhecer um pouco mais sobre o Inter-vir.

Atenciosamente, equipe do projeto Inter-vir suporte em perdas.

20 de ago de 2011

Chico Buarque com açúcar e com afeto









Guloseimas para alegrar seu domingo:
ricas rimas, metáforas majestosas
e vozes doces e mansas - quase sussurros,
que até dão arrepios no ouvido.



“Todo mundo conta
Que uma andava tonta
Grávida de lua
E outra andava nua

Ávida de mar



 

“Hoje eu vou sambar na pista, você vai de galeria
Quero que você me assista na mais fina companhia
Se você sentir saudade por favor não dê na vista
Bate palmas com vontade, faz de conta que é turista


“Toda gente homenageia
Januária na janela
Até o mar faz maré cheia
Pra chegar mais perto dela”




“Descansa no meu pobre peito
Que jamais enfrenta o mar,
Mas que tem abraço estreito, morena,

Com jeito de lhe agradar
.


“Quando ela chora
Não sei se é dos olhos para fora
Não sei do que ri
Eu não sei se ela agora
Está fora de si"




"Não solidão,
Hoje não quero me retocar
Nesse salão de tristeza
Onde as outras penteiam mágoas".






Um docinho a mais: Bebel Gilberto
reintrepreta o clássico
Close Your eyes


Acesse AQUI uma homenagem a Aurora Miranda e o Bando da Lua com imagens do filme "Você Já Foi a Bahia?" (Walt Disney, 1944) ao som da música Close Your Eyes de Bebel Gilberto.

Projeto de Lei 7672/2010 - artigo da Juiza Delvan Tavares




Palmada


"A partir do projeto de lei, encaminhado pelo Executivo Federal ao Congresso Nacional, propondo a abolição de qualquer tipo de violência a crianças e adolescentes, veio à luz a importante discussão quanto à necessidade ou não de se bater em crianças, como forma de educá-las ou de reprimir comportamentos indesejados.

Muito já se disse a respeito do tema, tanto com argumentos favoráveis, como com argumentos contrários. Entretanto, salvo melhor entendimento, a questão ainda não foi tratada sob sua verdadeira e necessária perspectiva.

Pessoas que se posicionam favoravelmente, normalmente argumentam que bater em criança (palmadas, cintadas, chineladas etc.) não causa qualquer tipo de prejuízo psicológico e que não distancia os filhos de seus pais, de modo que filhos que apanham continuam amando seus pais, muitas vezes até mais intensamente do que aqueles que nunca apanharam.

Outras, ao revés, que se postam contrários à medida (bater em crianças) normalmente argumentam que a surra deixa traumas irreversíveis e pode torná-las pessoas violentas quando adultas.

A mim me parece que esses argumentos e outros semelhantes são relevantes e que são dignos de debates, todavia não são argumentos centrais ou fundamentais do tema, mesmo porque existirão, sim, crianças que, mesmo apanhando de seus pais, ainda que submetidas a surras homéricas, as chamadas “surras conversadas”, continuarão amando-os profundamente e ser-lhe-ão gratas para o resto da vida. Assim como existirão crianças que nunca sofreram um só beliscão e que desenvolvem comportamentos extremamente agressivos e armazenarão traumas incuráveis para o resto da vida.

O ponto fundamental parecer ser outro: bater em crianças é um ato necessário como instrumento educativo ou de correção de condutas reprováveis ou de prevenção a comportamentos indesejáveis?

A pergunta ganha relevo quando se pergunta por que os pais batem em seus filhos. Na quase totalidade das vezes os pais batem nos filhos porque estão com raiva, ou por vingança, porque não possuem instrumentos (como o bom argumento, ou a produtiva conversa) de repreensão, porque estão passando por problemas de relacionamento, psicológico, financeiro etc. etc. Quanto maior a surra, maior o desequilíbrio emocional. Então, conclui-se, com certa facilidade, que quase sempre os filhos apanham por desequilíbrio emocional dos pais e não propriamente porque a surra (palmadas, cintadas, chineladas, “cascudos”, etc.) está sendo utilizada racionalmente como um instrumento educativo.

Se a agressão não é necessária, por que bater?

Fica apenas o registro de que, muito mais eficaz do que bater (que parece não ter eficácia nenhuma), é educar com limites. A criança que é acostumada a limites desde a tenra idade, não precisa apanhar para comportar-se adequadamente e certamente será uma criança feliz e um adulto consciente de seus deveres, sem traumas decorrentes deste tipo de ação e sem motivo para não amar profundamente e ser eternamente grato aos seus pais pela educação que recebeu."

Delvan Tavares – Juiz da Vara da Infância e da Juventude de Imperatriz-MA.

Fonte: O Parquet: um espaço para divulgação de idéias e suas conseqüência em 6 de agosto de 2011.


19 de ago de 2011

Diretor da Casa da Juventude de Goiânia sofre mais uma ameaça de morte


“Jagunço é homem já meio desistido de si...”
Guimarães Rosa (Grande Sertão Veredas)





O diretor da Casa da Juventude de Goiânia (Caju) e integrante do Comitê Goiano pelo fim da Violência Policial, padre Geraldo Labarrére, foi vítima de mais um telefonema com ameaça anônima à vida do religioso. A ligação foi recebida por volta das 10h de segunda-feira, 15, quando uma voz masculina solicitou à atendente da Caju que chamasse o padre. Como a pessoa não quis se identificar, a ligação não foi repassada e, insistindo, o homem perguntou qual a altura de padre Geraldo, alegando que precisava da informação para encomendar o seu caixão.

Preocupado com a situação, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa (CDH), da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Mauro Rubem, tomou providências emergenciais em busca de proteção. Na manhã de ontem, 16, Mauro Rubem e o coordenador da CDH, Fábio Fazzion, que também já sofreram ameaças semelhantes, se reuniram, na Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás, com o superintendente da Polícia Judiciária, Álvaro Cássio dos Santos, e com doutor João Carlos Gorski, da Gerência de Inteligência da Polícia Civil de Goiás. Padre Geraldo também acompanhou o grupo e relatou as ameaças que vem sofrendo, após a deflagração da Operação Sexto Mandamento, pela Polícia Federal, em 15 de fevereiro. Na época, 19 policiais militares, suspeitos de integrar grupos de extermínio em Goiás, foram presos.

A primeira ameaça sofrida por padre Geraldo, desde que a operação foi deflagrada, ocorreu por meio de um recado enviado ao arcebispo metropolitano de Goiânia, dom Washington Cruz. Uma pessoa, que padre Geraldo acredita ser da igreja, avisou ao arcebispo que ficou sabendo que o padre sofreria uma desmoralização profissional para prejudicar sua imagem na igreja. “Disseram que eu não ia ser executado, mas que iria sofrer algum acidente ou assalto, seguido de morte. Ainda falaram que implantariam vídeos de pedofilia ou pornografia, sugerindo meu envolvimento com essas questões”, contou o religioso.

Logo depois disso, padre Geraldo recebeu uma ameaça direta, quando 26 veículos, incluindo carros e motos, passaram em frente à Caju, em forma de comboio. O religioso relata que isso aconteceu no início desse ano. “Algumas pessoas vieram aqui na Caju e o último veículo parou. Uma pessoa desceu para perguntar o que era feito naquela casa”, relembra.


Fonte: CNBB em 17 de agosto de 2011.


Veja mais

A Ação dos Grupos de Extermínio no Brasil
Texto do deputado Nilmário Miranda,
presidente da comissão de direitos humanos da câmara federal

"A Ação dos grupos de extermínio consiste numa das principais fontes de violação dos direitos humanos e de ameaça aos Estado de direito no país. Essas quadrilhas agem normalmente nas periferias dos grandes centros urbanos e têm seus correspondentes nos jagunços do interior. Usam estratégia de ocultar os corpos de suas vítimas para se furtar à ação da justiça, sendo que os mais ousados chegam a exibir publicamente sua crueldade. Surgem como decorrência da perda de credibilidade nas instituições da justiça e de segurança pública e da certeza da impunidade, resultante da incapacidade de organismos competentes em resolver o problema.

Os embriões dos grupos de extermínio nascem quando comerciantes e outros empresários recrutam matadores de aluguel, frequentemente entre policiais militares, e civis, para o que chamam "limpar" o "seu"bairro ou sua cidade. Contam muitas vezes com o apoio de amplo segmento da população que, descrentes nos organismo?s oficiais deixam se seduzir pela idéia de fazer justiça com as próprias mãos".


Acesse o discurso na integra AQUI

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